08/01/2012

Empilhando

Se eu fosse um bicho. F...k, eu não gosto tanto de bichos. Se eu fosse uma coisa... eu seria fogos de artifício. Subo em silêncio, sem fazer sinal e... explodo. Às vezes, é um jogo de luzes lindo; outras, explosão. Falo isso olhando para a pilha de (juro, só estou com preguiça de tirar foto do Iphone) uma pilha de 28 revistas. Eu vou acumulando, acumulando, até que sento três dias no sofá e leio, leio, até os próximos três meses. Eu tenho tantos papéis pra cumprir, que quando começo a fazer muito uma tarefa, ficam todas as outras empilhando a minha esfera. Já tive menos unhas por isso, hoje consigo suportar minha fraca humanidade.

Fiquei 3 semanas afastada do livro que estou reescrevendo e agora vou voltar. Já sabem? Não estou pra ninguém e não pense em puxar os fones dos meus ouvidos enquanto eu estiver no computador, se tem amor a vida! No máximo, deixa uma xícara de café aqui do lado que vai ganhar uma piscadinha e só! rs.

Ai, Mário (Quintana), hoje estou tão você:

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...

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