14/11/2011

Dando uma ajudinha pra natureza

Eu uso as mãos pra escrever toda a parte do meu dia. Sempre detestei minhas unhas cotoco. Por que eu não passei na unha da fila antes de nascer? Ótimo, liguei pra fada da unha e ela veio me visitar com sua maletinha. Agora sim, to com uma unha de mortiça! Agora, vou marcar para o anjo do cabelo dar uma passadinha aqui. Quero lisão paquita! rs. Estou numa fase narcisita que não me aguento.

Gêmeos é muito intenso. Fica um mês trabalhando escravamente e de repente, não quer mais nada disso. Ouve mil vezes a mesma música e depois não quer escutar mais. Tipo agora to um pouco obsessiva contry. Ok, ninguém aqui no Brasil curte. Mas, gosto do ritmo...

O dia está abafado, cai uma chuvinha lá fora, estou comendo chocolate e escrevendo. É bom ficar sozinha em casa sozinha, cantando alto (vizinho, sorry, você me acordou com essa maldita furadeira!):

I've never known the lovin' of a man / But it sure felt nice when he was holding my hand/ There's a boy here in town says he'll love me forever/ Who would have thought forever could be severed by/The sharp knife of a short life, well /I've had just enough time…

Eu nunca conheci o amor de um homem/Mas foi bom quando ele estava segurando minha mão/Há um rapaz aqui na cidade diz que me amará pela eternidade/Que pensou que a eternidade poderia ser interrompida com/A faca afiada de uma vida curta, bem/Eu tive apenas o tempo suficiente




Que letra triste. Tem a ver com o meu próximo livro que começo amanhã, é o segundo volume de Aurora.

Acho que amanha vai rolar um entrevista para um jornal. Será? Torcendo. :)

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