22/08/2009

Pai, adulto e criança.

Nós estamos constantemente oscilando entre estados de ego. Existe o momento em que você reage como pai, como adulto e como criança. Aprendi isso, ontem em um workshop sobre "análise transacional". O adulto é aquele autoritário, protetor, "mandão", que vê de cima. O adulto é o estado em que pensamos com racionalidade, processamos a informação e respondemos de maneira a não ser tomados por extremismos. A criança é justamente o oposto do adulto: chora, esperneia, faz ceninha, se desespera.

Quando não temos controle e o ego não anda vigiando bem nossas atitudes, podemos cair na rigidez do Pai e receber reações de outro Pai, ou de Criança. Quando tomamos posição de Criança vamos ter em trouca uma bela chamada de Pai. O adulto é o mais difícil dos comportamentos.

Realmente é difícil respirar por três segundos e pensar de maneira madura. A experiência nos ajuda a ver o mundo de outra maneira e tendemos a ficar na posição "adulto" na maior parte do tempo.

Infelizmente, há homens que são eternas crianças, mães que se comportam sempre como "Pai" e tolem a criatividade dos filhos e jovens que desde pequenos já são "adultos" na maior parte do tempo.

O importante é vigiar.

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