05/10/2008

À guerra, Amor.

Amor e guerra coexistem. Quem atirem um arroba daí os casais inabaláveis, os que vivem de mil sexta-feiras à noite com pipoca e Cinemark sem ter um colapso de chatura. Já viu mulher dizendo que faz tudo pelo cara: cata a cueca, aceita ver Jogos Mortais e faz depilação semanal mas não são retribuidas? A explicação para isso está naquele clichê popular: homem gosta de mulher má. Não é uma questão de chicotinho da Tiazinha e sim de deixá-los brigar. Se tirar dos meninos de Marte o direito do duelo, jogamos um balde de água fria em sua essência competitiva.

É preciso uma linha limite da conquista. Se a mulher entrega tudo de bandeija, tem grandes chances de ganhar o troféu chicletina do ano! Ser má não é ser covarde, é ser menos acessível. Diga não. Fomos criadas entre as panelinhas e barbie para ser a boa mocinha. Se essa regra for levada muito à sério, podemos colocar nosso amor próprio no fundo do baú.

Muitas vezes quando começamos um relacionamento colocamos um alvo redondo na testa dos nossos parceiros. Tudo é direcionado para aquele foco. A compra da roupa, a decisão do fim de semana, a cor do cabelo, everything. Aí é que surgem as tão famosas queixas: "Queria sair por aí como nos tempos de solteira, eu me sentia tão viva!". Só que a morte do tesão, friozinho na espinha, arrepio na nuca não foi culpa do namoro/casamento. É preciso estar sempre com uma novidade, uma instabilidade... É a cobertura do bolo!

Ah!Tão mais fácil se entregar ao pijama de flanela e às pantufas, não é? Mas, quem disse que tem que ser a mulher fatal 24h? É uma questão de atitude, não de look (por mais que conte). A chatura da relação vem de dentro para fora. Começa nas doses mínimas de amor-próprio, na esperança de que o amor por nós seja tarefa do outro, e termina no colapso de guerras catastróficas.

Amor sem batalhas não tem graça e o de uma guerra só pode não ter volta.

Imagem= Fonte


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Boa Forma com batatas

Eu sou das que vai ao supermercado para comprar nada menos que 15 volumes. Para mim, fizeram uma fila rápida. Basta entrar no labirinto de displays de batata frita e doces que dão três voltas e chegar ao caixa. A coisa era para ser tão rápida quanto seu nome. Mas, demoram intermináveis momentos de tortura com requintes de crueldade. Como podem colocar um expositor de revistas de mulheres que emagrecem com sopa bem de baixo do meu nariz?! Você fica entre a Ruflles e a barriga de tanquinho feita em dois meses de muito shake. Como você sabe que não dá para levar o seu dia punk de trabalho com a comida do seu coelho, pega logo a promoção das 3 barras de chocolate por 10 reais e se sente conformada.

Kiss you, girls!

Li Mendi está de volta ao Trilhas com tudo!

2 comentários:

Taíza disse...

Oiii Li e Lucy ^^
Amei o visual novo,
e advinhem?!
O texto é perfeito para o meu momento!!!
Passei um tmpo sumida ,mas sempre q der darei uma passada aki!!!
Amo o Blog e admiro mtu vcs duas!!!
Se cuidem
Bjos, uma ótima semana pra todas!!!

aninha disse...

nossa.. fazia uma vida que eu naum aparecia... mas to demvolta!!! bjks!